19/04 - Alyne Araújo / EM Tempo

Foto: Márcio Melo
A terceirização da mão de obra poderá resultar na modernização das relações trabalhistas e na qualificação dos funcionários. As fábricas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) deverão registrar avanços com a nova regra, na avaliação de especialistas no Amazonas.

Para o especialista em Recursos Humanos, André Almeida, a terceirização não resultará em perdas dos direitos dos trabalhadores.

Segundo ele, com a nova regra, haverá avanços, pois o mercado de trabalho ficará mais competitivo, uma vez que o trabalhador terceirizado que não for qualificado ou não corresponder ao perfil da empresa, poderá ser substituído sem que haja custo para a empresa tomadora da mão de obra terceirizada.

Na opinião do especialista, a alegação de que a responsabilidade é subsidiária não é motivo para preocupações. “Em caso de infração trabalhista, o trabalhador poderá chamar a empresa tomadora da mão de obra para o polo passivo da ação, sendo certo que esta somente responderá com seus bens para o cumprimento das obrigações trabalhistas após exaurido das tentativas de adentrar nos bens da empresa prestadora da mão de obra terceirizada”, salientou.


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