17/04 - O Povo


Ainda que inevitável, os erros no mundo corporativo devem ser não só reconhecidos, como também corrigidos no menor tempo possível, orienta Luiz Wever, CEO da Odgers Berndtson, companhia internacional especializada em consultoria e executive search. Segundo o especialista, nem sempre aquela “ideia brilhante” pode render o resultado esperado. “É importante monitoramento e engajamento do tomador da decisão para diagnosticar, o mais rápido possível, os efeitos da sua decisão no mercado e estar preparado para rapidamente corrigi-lo”. Do contato com chefes e empresários, percebe que a maioria prefere ter um funcionário que erre muito (80%), mas que seja hábil e célere numa tomada de decisão. Principalmente no mercado financeiro, onde “rapidez é muito importante”. Certos erros, soma, podem ser contornáveis e aceitos, desde que estejam “dentro das engrenagens”/posicionamento estratégico da empresa.

Ciente de que o erro faz parte do aprendizado, Marcelo Pimentel estima que o equívoco no mundo dos negócios pode ocorrer, mas desde que seja calculado, principalmente nos novos negócios. “Quando monto um negócio do zero e com sócios, vêm sonhos, imaturidades, mas tem que calcular esse risco do que pode ou não ser feito: Vamos tentar fazer isso esse mês? Mas quanto a gente tem pra isso?”. Uma forma de minimizar o erro, garante a professora Cláudia Buhamra, é tentar aprender “com quem sabe”.


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