29/04 - Contabilidade na TV

Foto: Everton Amaro/Fiesp
Grácia Fragalá, diretora titular do Comitê de Responsabilidade Social da Fiesp (Cores), explicou na quarta-feira (26 de abril) iniciativa que envolve diversos setores da casa para estimular o investimento social privado por meio de incentivos fiscais. Ela participou de reunião do Comitê da Cadeia Produtiva do Esporte da Fiesp (Code), um dos integrantes do projeto.

O investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados, de forma planejada, monitorada e sistemática para estimular ações e projetos na área social, desportiva, cultural, de saúde, assistencial e outras. “O que não pode é ser só uma ação pontual”, disse. A ideia é ir além da filantropia, para envolver a comunidade no desenvolvimento de ações e ter preocupação com a avaliação dos projetos, entre outras características.

Há um outro olhar, afirmou.

E a lei de incentivo fiscal é um dos instrumentos para permitir o investimento social privado. O rascunho do programa apresenta à indústria possibilidades de utilização do incentivo fiscal. A ideia é usar a comunicação digital, com a criação de manuais e mensagens, além de promover seminários regionais sobre o tema em conjunto com o Ciesp, para divulgar o tema. No final de setembro ou início de outubro um seminário amplo na Fiesp deverá ser dedicado ao assunto, mostrando o que já foi feito em relação aos recursos destinados dessa maneira. Será, explicou, um reconhecimento aos dois lados – quem destina e quem recebe o investimento social privado.

Também deverá haver uma plataforma digital para cadastramento dos projetos e instituições elegíveis no Estado de São Paulo. Graças a ela deverá haver um espaço para publicar projetos e permitir aos empresários o acesso a eles. Aqui entram o Comitê Acelera Fiesp e o Comitê de Jovens Empreendedores (CJE), que, lembrou Fragalá, têm expertise nisso.

Já houve uma reunião para a qual foram convidados Cores, Code, Comsaude, CJE, Dempi, Ciesp – todos, explicou, com relação com a ideia do projeto. E em parceria com o Governo do Estado de São Paulo foi enviada correspondência para pessoas físicas e jurídicas explicando como direcionar parte do imposto de renda devido para o fundo estadual dos direitos da criança e do adolescente.

Agora serão criados grupos de trabalho para cada linha do projeto. O projeto será formatado para ser submetido à aprovação da Fiesp. O caminho a percorrer é longo, disse a diretora titular do Cores, até se tornar um programa de investimento social privado, destacando que vê nele um grande potencial.

Mario Frugiuele, diretor titular do Code, destacou a importância do programa.

Por: Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

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