11/04 - Sérgio Spagnuolo / Aos Fatos


Ao menos 31 offshores com empresas registradas no Estado de São Paulo possuem advogados como acionistas locais — prática que, embora não seja ilegal, é desencorajada por defensores da transparência e não condiz com as melhores práticas recomendadas por especialistas do direito.

Essas companhias atuam, principalmente, no setor imobiliário, mas também em recursos humanos e serviços gerais, ou mesmo servindo como holdings de empresas, de acordo com levantamento feito por Aos Fatos em parceria com a Transparência Internacional a partir de dados da Junta Comercial do Estado de São Paulo), da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da Receita Federal.

O número, no entanto, é significativamente menor do que no passado. Nos últimos 20 anos, a Jucesp já chegou a registrar 87 offshores com advogados em suas composições acionárias — nada menos do que 40% das offshores registradas na Junta Comercial, segundo dados compilados pela Transparência Internacional e analisados por Aos Fatos.


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