11/04 - Renato Ghelfi / DCI-SP


A extinção do abono salarial é estudada pelo governo como forma de compensar a flexibilização na reforma previdenciária. Segundo especialistas consultados pelo DCI, essa ação afetaria os mais pobres e não resolveria o problema nas contas públicas.

"Se essa for a escolha da equipe econômica, a baixa renda, mais uma vez, será a principal prejudicada. Ou seja, é o mesmo problema de boa parte das medidas do ajuste fiscal desse governo", diz Roberto Piscitelli, professor de economia da Universidade de Brasília (UNB).

Já Antônio Carlos Alves dos Santos, professor de economia da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), afirma que essa alteração traria uma melhora "insuficiente" para as contas públicas.

"Ainda que o abono não seja tão importante quanto era no passado, quando o salário mínimo brasileiro era menor, sua extinção não resolveria o problema."


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