10/04 - Fernando Jasper / Gazeta do Povo


O governo é outro e a equipe econômica, bem diferente. O que não muda é que cidadãos e empresas continuam sem saber quanto imposto vão pagar ao longo de um ano e o que será feito com seu dinheiro.

Tudo isso está previsto no Orçamento. O problema é que ele continua justificando a fama de ser uma “peça de ficção”. Embora a gestão Temer defenda em público a necessidade de realismo nas contas públicas, o preparo e a execução do planejamento ainda carregam vícios antigos.

Apenas três meses do ano tinham se passado quando o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, veio a público anunciar que o governo precisaria cortar gastos e aumentar impostos para cumprir a meta fiscal. O Planalto percebeu que o déficit primário (antes do pagamento de juros) da União caminhava para fechar o ano em R$ 197 bilhões, um rombo muito maior que o programado, de R$ 139 bilhões.


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