03/04 - Contabilidade na TV

Com a redução de 1% para 0,5 a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), o Governo confirmou contar com uma menor arrecadação para fechar o saldo das contas públicas neste ano, o que também acarretará no aumento de impostos para os brasileiros.

Além do aumento da tributação, outras medidas como o corte de gastos e investimentos, concessões, e até mesmo a venda de ativos, poderão também ser implementados como medida de emergência para cobrir o rombo no orçamento dos cofres públicos. Conforme anunciado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, Henrique Meirelles e Dyogo Oliveira, faltam cerca de R$ 58,2 bilhões para cobrir o saldo negativo das contas.

De acordo com Francisco Arrighi, diretor da Fradema Consultores Tributários, o Governo pretende de imediato cortar a desoneração da folha que foi criada a partir de leis criadas em 2012, modificadas em 2013, e que agora retornarão à forma original de cobrança, e com isso, já existirá um grande aumento da contribuição previdenciária por parte das empresas.

“Outra receita que também terá em breve será o da Repatriação, que todos do Governo imaginam arrecadar R$ 60 bilhões com a medida, que aguarda sanção do Presidente e regulamentação para iniciar seus efeitos, pois muitos brasileiros não conseguiram fazê-la na última oportunidade que ocorreu no final do ano passado, especialmente em função da câmara dado sinais que prorrogaria prazos, e acabou não fazendo, com isso muitos contribuintes perderam o prazo e agora poderão aderir, entretanto, parentes diretos de políticos ainda não podem usufruir do programa”, explica Arrighi.

Segundo ainda o diretor da Fradema, como já anunciado, além das medidas de corte do orçamento que também serão adotadas para o fechamento das contas do Governo, outras surpresas surgirão e poderão agravar ainda mais a situação dos contribuintes, que já está tão difícil.

Por: Fradema / Clozel Comunicação

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