03/04 - Reninan Setti / O Globo


Foi-se o tempo em que emprestar dinheiro era privilégio de bancos e seus consortes, e pessoas comuns que se atreviam por essa seara o faziam sob o manto da ilegalidade. Em meio à onda das fintechs (start-ups financeiras), alguns sites já permitem a internautas conceder empréstimos a empresas e receber de volta juros muito acima dos ganhos obtidos em aplicações tradicionais; outros proporcionam a chance de injetar capital em companhias nascentes e se tornar sócio do negócio, mesmo que a partir de um pequeno investimento. Tudo dentro da lei, ainda que com o pré-requisito de um estômago tolerante a risco e a possibilidade real de perder todo o dinheiro empenhado.

São duas as plataformas on-line de empréstimo colaborativo (o chamado peer-to-peer lending, ou P2P) a empresas, ambas funcionando há menos de um ano e meio. A Biva já tem uma carteira de crédito de R$ 18 milhões, enquanto a Nexoos já emprestou R$ 4 milhões. No outro modelo, o equity crowdfunding, a Broota permitiu que diversas companhias captassem cerca de R$ 15 milhões com 1.500 internautas, e a carioca Eqseed levantou R$ 1,1 milhão de 200 pessoas.


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