17/04 - Milton Paes / DCI - SP

Ofertar mão de obra para outras empresas ao invés de terceirizar as próprias atividades: esse deve ser o maior efeito da terceirização ilimitada sobre pequenas e médias ou microempreendedores individuais (MEIs) na visão do presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos.

Segundo levantamento realizado pela entidade, 41% dos donos de pequenos negócios acreditam que poderão aumentar o faturamento com o fornecimento de terceirizados. "Quem já se preparou poderá se beneficiar imediatamente da nova regulação", afirma Afif Domingos, que também foi ministro da extinta Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE).

"O principal desafio é a preparação", afirma o presidente do Sebrae, fazendo coro com representantes do setor de prestação de serviços ouvidos pelo DCI na semana passada: para eles, os benefícios da flexibilização só serão sentidos pelas empresas que investirem em especialização. Afif, contudo, aconselha cautela. "[A terceirização] envolve um processo de aprendizado. Ninguém vai terceirizar tudo da noite para o dia."


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