15/05 - Isto É

A recente aprovação da lei que regulamenta a terceirização da mão de obra em atividades-fim no Brasil trouxe à tona uma série de discussões relevantes sobre o futuro do mercado de trabalho em nosso país, e suas implicações na vida de milhões de trabalhadores, neste momento de tantas incertezas que estamos vivendo. Entretanto, é preciso explorar uma outra vertente sobre o tema, que não ocupou tanto espaço na mídia, mas que exigirá grande cuidado por parte das organizações: o impacto da terceirização no planejamento da força de trabalho das empresas no Brasil.

O planejamento estratégico da força de trabalho é um dos componentes cruciais do processo de construção do plano de negócios a médio e longo prazos de uma organização. Mais que só apontar o headcount e o organograma pretendido pela empresa no futuro, ele ajuda a determinar, junto com missão, visão, valores e competências, o gap entre o perfil atual do colaborador e o perfil que será requerido daqui a alguns anos.

Dados recentes do Top Employers Institute indicam que, em um universo de mais de 1.200 empresas avaliadas no mundo, cerca de 88% delas realizam revisões frequentes de seus planejamentos de mão de obra. No Brasil, esse percentual cai para 69%, o que ainda assim é considerado alto, mesmo estando relativamente aquém de um indicador global de melhores práticas. E como a aprovação dessa nova lei pode influenciar o planejamento no Brasil?

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