08/05 -  Queila Ariadne - O Tempo


José Maria dos Santos, 59, contribui mensalmente com 10% do salário para o fundo de pensão dos funcionários da Copasa, administrado pela Fundação Libertas. Santos sempre pensou que essa oportunidade de garantir uma renda extra para completar a aposentadoria também poderia ser dada a seus familiares, que, em vez de contratar uma previdência privada em um banco, poderiam associar-se ao fundo de pensão dele. Agora, além dele, os parentes de mais de 3 milhões de participantes dos 307 fundos do país também terão essa chance. Eles fazem parte da estratégia da Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), que pretende lançar até agosto um plano setorial no qual os familiares poderão aderir ao sistema, com regras mais flexíveis que não exigirão depósitos todos os meses.

“Certamente terei interessados na minha família. Vale mais a pena do que os abertos porque o fundo de pensão não visa ao lucro. É mais para criar uma reserva para quando o empregado se aposentar”, destaca Santos.

Desde junho do ano passado, a possibilidade de sindicatos e federações instituírem planos para abarcar não apenas os funcionários da empresa, mas também de todo o setor – incluindo os dependentes – está regulamentada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). No entanto, a mudança não saiu do papel. Como a reforma previdenciária vai adiar a aposentadoria pelo INSS e pagar menos, o segmento está sendo forçado a se reinventar.

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