15/06 - Contabilidade na TV

Foto: Helcio Nagamine/Fiesp
O presidente da Arko Advice Análise Política e Pesquisas, Murillo de Aragão, falou sobre “Cenário Político”, na terça-feira (13 de junho), durante reunião do Conselho Superior de Economia da Fiesp (Cosec).

“É de se lamentar. Com um pouco mais de sorte o Brasil estaria aprovando a reforma da Previdência”, disse Aragão. Para ele, a ideia é explorar qual seria a melhor solução para o Brasil se manter até 2018. Já Antonio Delfim Netto, presidente do Cosec, sugeriu no debate que “teríamos que nos perguntar qual a saída menos traumática neste momento caótico”.

Segundo Aragão, o Brasil é precário de ideias porque tudo é orientado pelo interesse. “Não tem diálogo de cidadania. De tempos em tempos surgem ideias, mas não são duradouras. Além disso, temos um país não de cidadania, mas sim de consumidores apenas”, enfatizou.

Para Adhemar Bahadian, coordenador das atividades dos conselhos superiores temáticos da Fiesp, estamos correndo o risco de aventureiros virem nas próximas eleições. Para ele, o povo está vendo que tem algo errado, mas não sabe lidar com o capitalismo selvagem. “A situação é grave e transcende a fronteira brasileira. Nosso desafio é reconstruir uma sociedade mais humana.”

Por Agência Indusnet Fiesp

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