12/06 - Contabilidade na TV


Esse fator preocupante se dá pela falta de planejamento sucessório, quem explica melhor o assunto é o professor Miguel Silva, tributarista e especialista em direito empresarial, e tem como intuito esclarecer e orientar os fundadores, herdeiros e administradores de patrimônio empresarial e demais bens e direitos, para realizar uma sucessão empresarial planejada, com segurança jurídica e exitosa.

Atualmente mais de 70% das organizações são empreendimentos familiares. E, segundo levantamento recente, apenas 30% dessas empresas conseguem ultrapassar a 2ª geração familiar. Essa estatística piora ainda mais quando analisamos à 3ª geração: os números são extremamente baixos, apenas 5% das empresas sobrevivem.

O fracasso das empresas familiares está relacionado à falta de definição do objetivo de longo prazo, planejamento estratégico, gestão profissionalizada e regulamentação no processo sucessório, fatores estes que justificam a grande taxa de mortalidade das empresas familiares.

“Os sucessores precisam estar munidos de informações e a obtenção de conhecimentos através de capacitações e consultoria, sobre os instrumentos jurídicos eficazes para proteção patrimonial e, ao mesmo tempo, minimizar riscos ou litígios, com a devida diferenciação entre sucessão societária, patrimonial e administrativa nos termos da legislação em vigor, inclusive os reflexos tributários a serem observados, analisando as melhores alternativas jurídicas quanto à estruturação sucessória”, afirma Miguel Silva.

Por De León Comunicações

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