21/07 - DCI-SP


A demora dos governos - federal, estaduais e municipais - em finalizar os editais de concessões e de privatizações de estatais - poderá atrapalhar o cenário considerado positivo para fusões e aquisições no segundo semestre de 2017.

"Há uma expectativa muito grande no mercado por várias concessões de ferrovias, saneamento, no setor elétrico, e algumas privatizações. Mas isso depende da burocracia", identifica a CEO da consultoria Sparks Capital, Ana Elisa Bacha Lamounier.

A ansiedade de investidores estratégicos e financeiros está voltada principalmente para o setor elétrico. Uma estimativa do Itaú BBA apontava que as vendas de ativos do segmento vão movimentar R$ 40 bilhões até 2018.

O interesse também se estende ao programa de desinvestimentos (venda de ativos) da Petrobras programado em R$ 21 bilhões no biênio 2017-2018, e outras eventuais privatizações como IRB-Brasil, Cedae-RJ, SPTuris.


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