14/11 - Carla Lidiane Müller para Notícias Contábeis do Contabilidade na TV*


Grandes escritórios de contabilidade, conseguem se especializar ou trabalhar com empresas de ramos de atividades distintas. Sobre essas empresas existem impostos extremamente complexos e com altas chances de gerarem recolhimento a maior.

Nosso sistema tributário é como uma colcha de retalhos, formada por vários pedacinhos que são as nossas legislações, os entes federativos, e as mínimas regrinhas sobre atividade, faturamento, benefícios fiscais, convênios, protocolos, obrigações acessórias e etc...

Agora, para que estas organizações possam funcionar sem serem atrapalhadas pelos altos custos desse sistema complexo, é necessário usar justamente esse sistema, e com um planejamento tributário eficiente reduzir custos e tornar a empresa mais competitiva.

O trabalho maior nestes casos, são para as empresas com ramos de atividades que trabalham com uma gama muito diversificada de produtos e serviços, por conta da variedade e quantidade, um bom planejamento tributário poderá exigir profissionais atuando dentro e fora da empresa.

Essas atitudes podem parecer drásticas, e realmente não precisam ser aplicadas a todo tipo de empresa, entre as que trabalham com uma grande variedade de produtos e serviços, as ME e EPP geralmente não precisam de um controle tão apurado, porque são menores, e por isso mais fáceis de controlar.

No entanto, para as empresas maiores, (trecho alterado) os profissionais contábeis devem dispor de amplo conhecimento tributário na busca de recuperação de impostos, tendo acesso as teses tributárias mais aceitas para que a empresa possa usar e ter ganhos significativos de impostos recolhidos a mais em períodos anteriores.

As grandes empresas, são geralmente as mais visadas pelo fisco, pois é ali que somam-se as maiores arrecadações, e com a informatização das ferramentas de análise dos fiscais, a tendência é que o número de empresas fiscalizadas só aumente.

Agora, para evitar isso, a empresa tem de investir na qualidade de seus dados, para diminuir os riscos da gestão tributária. O processo de minimização de riscos, e preservação dos dados fiscais pode ser validado por meio de auditorias fiscais internas, onde devem ser analisadas as informações desde a classificação de um produto no cadastro da empresa, até as alíquotas finais aplicadas em cada operação.

*Carla Lidiane Müller - Bacharel em Ciências Contábeis, cursando MBA em Direito Tributário. Trabalha na SCI Sistemas Contábeis como Analista de Negócios e é articulista do Blog Contabilidade na TV desde 2016. 

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